Alguns argumentos _O GNU/ Linux
Só para que fique claro,
O andré utiliza GNU/Linux
De facto assim a democracia o permite,
Esta opcção é uma questão de princípios,
De valores, e quais?
Simples,
A liberdade do conhecimento,
da arte, da evolução,
Este menino conhecimento,
Juntamente com as duas meninas,
A arte e a evolução,
Dispensam apresentações,
Despedem-se de embrulhos.
Pensemos assim,
Será que conseguimos trancar o vento
A sete chaves, dentro duma caixa,
E um laço lindo
De facto desconheço.
Daí que o conhecimento,
É para circular,
Para partilhar,
O sol nasce para todos.
E pronto
Digamos que esse sistema operativo,
É uma utopia,
Que a magia da liberdade é ausente,
E que de facto a sociedade é discrente,
E que existe gente que se aproveita,
Deste sonho tornado realidade,
Para ganhar cifrões,
Claro,
Agora isso nunca foi desculpa para ninguém,
E para acabar,
Jamais conhecemos algo com o qual nunca vivemos,
Ninguém mesmo
Daí que para falar desse sistema há-que viver com ele,
Não é somente tomar café com ele,
Dizer-lhe olá,
Perguntar-lhe o nome
E tê-lo instalado
Isso é banal.
Conhecer é muito mais que isso,
São anos, nunca minutos.
E assim me calo
Mais não digo.
A segunda personalidade,
do Rainho
O andré utiliza GNU/Linux
De facto assim a democracia o permite,
Esta opcção é uma questão de princípios,
De valores, e quais?
Simples,
A liberdade do conhecimento,
da arte, da evolução,
Este menino conhecimento,
Juntamente com as duas meninas,
A arte e a evolução,
Dispensam apresentações,
Despedem-se de embrulhos.
Pensemos assim,
Será que conseguimos trancar o vento
A sete chaves, dentro duma caixa,
E um laço lindo
De facto desconheço.
Daí que o conhecimento,
É para circular,
Para partilhar,
O sol nasce para todos.
E pronto
Digamos que esse sistema operativo,
É uma utopia,
Que a magia da liberdade é ausente,
E que de facto a sociedade é discrente,
E que existe gente que se aproveita,
Deste sonho tornado realidade,
Para ganhar cifrões,
Claro,
Agora isso nunca foi desculpa para ninguém,
E para acabar,
Jamais conhecemos algo com o qual nunca vivemos,
Ninguém mesmo
Daí que para falar desse sistema há-que viver com ele,
Não é somente tomar café com ele,
Dizer-lhe olá,
Perguntar-lhe o nome
E tê-lo instalado
Isso é banal.
Conhecer é muito mais que isso,
São anos, nunca minutos.
E assim me calo
Mais não digo.
A segunda personalidade,
do Rainho

1 Comments:
Tu és como o Pessoa, que tinha não sei quantas personalidades! =)
De qualquer modo, bom texto! Se foste tu que o escreveste, muitos parabéns! Tá fixe! ;)
Abraço
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